segunda-feira, 17 de outubro de 2011

DR. JIVAKA - NUAD BORAN - ANTIGA ARTE DE CURA - THAI YOGA MASSAGEM




DR.DAVID CROW, NO LIVRO : o BUDA DA MEDICINA, PÁG. 28/29, os alunos da Medicina Tibetana aprende, disse o Dr. Chopel, é que tudo que existe no mundo é potencialmente curativo.
Aprendemos a ver  o mundo como a Mandala do Buda da Medicina. Não há nada que que não possa ser preparado e purificado numa substância com valor medicinal.



O Doutor então contou uma história de JIVAKA ( Dr. Shivago Kumarbacha- o sistematizador da Thai Yoga Massagem) , um dos maiores médicos da antiguidade na Índia, que cuidou de Buda e sua sangha.
"Quando ainda jovem, Jivaka era muito estimado por seus mestres e colegas.
Nada estava além de sua capacidade para memorizar e compreender; sua dedicação ao estudo,seus conhecimentos eram insuperáveis.
Um dia o mestre resolveu pôr os dicípulos a prova. Reuniu quatro dizendo: 'Tragam-me qualquer coisa que não tenha o poder de curar'.
"Passados alguns dias o primeiro volta com uma planta desconhecida. Encontrei essa planta e me parece não ter propriedades curativas, disse.
O mestre cheirou, saboreou, e depois ensinou como extrair suas propriedades curativas.
Uma semana depois chega outro dicípulo voltou com a carcaça de um bicho."Trouxe essa carcaça pois me parece totalmente inútil", disse.  O mestre mostrou como com através do cozimento e manipulação podia ser extraído  suas propriedades curativas.
Na semana seguinte retorna o terceiro dicípulo, Encontrei essa pedra e me parece que ela não tem nenhuma propriedade curativa.
O mestre então ensinou técnicas alquímicas que transformam pedras e minérios em elixires curativos.
.Passado muito tempo voltou JIVAKA de mãos abanando.


'Procurei em toda parte onde estive e não encontrei nada , o que quer que seja, que não possuísse propriedades curativas'.
FOI ASSIM QUE JIVAKA MOSTROU SUA ENORME CAPACIDADE DE COMPREENSÃO".

sábado, 15 de outubro de 2011


Em generosidade e ajuda ao próximo, seja como o rio;
  Em compaixão e graça seja como o Sol;
Em esconder as fatas alheias seja como a noite;
Em raiva e fúria seja como os mortos;
Em modéstia e humildade seja como a Terra;
Em tolerância seja como o Mar!
RUMI

domingo, 9 de outubro de 2011

quinta-feira, 6 de outubro de 2011




           Alternativa
Desde tempos remotos o homem utiliza Frutas, Legumes, Ervas, Água e Argila para curar seus males. Mesmo na época atual, em que a tecnologia médica mostra-se capaz de realizações espetaculares, muitas pessoas continuam adeptas da medicina natural por divisarem nela o meio ideal para recuperar a saúde e manter o equilíbrio orgânico. De algumas décadas para cá um novo objetivo médico vem se desenvolvendo no mundo e um de seus pilares é restaurar o equilíbrio global do ser humano, em vez do uso acadêmico de paliativos. Com o apoio de médicos e cientistas, a Medicina Alternativa, ou seja, tratamentos à base de plantas medicinais, hortaliças, frutas, argila e água, alcançaram importantes vitórias sobre as doenças modernas. Estudos científicos de faculdades renomadas, como as universidades federais de São Paulo, de Santa Catarina, do Rio de Janeiro, a Universidade de Campinas, e a Fundação Oswaldo Cruz do Rio de Janeiro (referência nacional em pesquisa), comprovam que existe um tesouro precioso nas entranhas das árvores e plantas. Todos lutam para que as doenças crônicas e o processo degenerativo biológico sejam eficientemente combatidos. Mas, infelizmente, ainda há no mundo muitos que desconhecem o valor desta flora tão rica que Deus, em Sua infinita bondade, tão perfeitamente a distribuiu pelo nosso planeta. O homem vive cercado de remédios naturais e não o sabe. A natureza riquíssima de plantas medicinais sempre proporcionou ao ser humano oportunidade para fazer suas experiências, e estas se perpetuaram através da tradição oral até o nosso tempo. A Medicina Alternativa cada dia mais vai explorando as qualidades curativas da flora. Suas ricas propriedades são inesgotáveis. O que dizer da humanidade que mesmo palmilhando esta vasta farmácia natural, chega às vezes ao impacto da doença e da fatalidade porque não soube recorrer aos benéficos recursos naturais?