A ENERGIA “KUNDALINI”

A ENERGIA “KUNDALINI”

A Kundalini (em sânscrito: कुंडलिनी) é uma energia física, de natureza neurológica e de manifestação sexual. O termo é feminino, e deve ser sempre acentuado com a pronúncia longa no “í” final. Muitos indivíduos por a considerarem sagrada, grafam o nome com "K" maiúsculo. E o símbolo do caduceu é considerado como uma antiga representação simbólica da fisiologia da Kundalini.

A Energia Kundalini - é o poder espiritual ou físico (dependendo da linhagem esotérica de ser espiritualista ou naturalista), primordial ou energia cósmica que jaz adormecida no Muladhara Chakra, que é o centro da força situado próximo à base da coluna, e aos órgãos genitais. A Kundalini é a energia que transita entre os chakras. Tal como antes mencionado, a palavra Kundalini deriva de uma palavra em sânscrito que significa, literalmente, "enrolada como uma cobra" ou "aquela que tem a forma de uma serpente". Portanto, é a energia do Universo no seu aspecto Purna-Shakti, total, como potencial, sendo o Prana-Shakti o aspecto biológico, ou físico, como o calor, a electricidade, etc.

Segundo o Ensinamento Tradicional sobre a energia Kundalini, esta percorre a coluna central do corpo, desde o períneo até à coroa, ascende fluindo a partir da coroa, transbordando, derramando-se para baixo, reunindo-se nos pés e, entrando novamente no corpo pelo períneo, criando um fluxo contínuo. Essa é uma compreensão básica de um processo que passa agora por profundas mudanças, o que exige uma actualização. 





Outro Ensinamento Tradicional sobre a coluna central dessa energia também precisa ser actualizado - aquele segundo o qual "fazemos uma coluna de energia atravessar o corpo, para baixo até ao núcleo da Terra, e para cima, saindo da coroa e chegando ao cosmo. Como é sabido, ensinaram-nos que essa é a nossa ligação com o planeta e com a nossa Fonte de Vida. Porém, se isso fosse um facto, o que acontece com nossa ligação com a Terra quando estamos deitados? Será que essa coluna de energia que transpassa os nossos chakras sai da Terra e correrá tangentemente ao planeta? É óbvio: certamente que não. A nossa ligação energética com o planeta nunca é, nem pode ser invalidada, enquanto estivermos vivos.

Há efectivamente uma explicação mais complexa para a nossa ligação com o núcleo da Terra e com a Fonte de Vida. Verdadeiramente estamos ligados internamente à nossa Fonte de Vida e, externamente ao planeta, e isso por meio da nossa centelha de Luz Divina (Monada) que está agora desenvolvendo rapidamente o novo chakra do coração. Essa centelha de luz sempre existiu, e o novo chakra do coração, está formando-se ao redor dela. O nosso novo chakra do coração localizar-se-á no centro da área do diafragma, na maioria das pessoas. Assim sendo, este “portal de energia” pode ser visualizado como um cristal esférico com 144 mil facetas. E está repleto de “luz diamantina”, que é a nossa força vital e a nossa ligação interior com o Universo Criador. Sendo que, a nossa centelha pessoal de luz divina, também é parte integrante do Universo Criador.

Os raios de luz diamantina são emitidos das facetas desse portal dimensional em todas as direções concebíveis, de modo que, independentemente da posição assumida pelo corpo, é mantida a nossa ligação energética com o núcleo da Terra. Quando mexemo-nos, o nosso vínculo com o núcleo do planeta muda-se para diferentes raios de luz, que estão sendo, simultaneamente, emitidos a partir do cerne do nosso ser. Portanto, esses raios de luz são pulsações ou ondas de energia. Todavia, a palavra "luz" é um tanto enganadora, pois, neste contexto, nada tem a ver com o que conhecemos como luz. Por conseguinte, tem relação com a frequência, pelo que, a pura luz divina, é a qualidade mais alta da frequência. Na realidade, há vários níveis de intensidade (vibração) de frequência existentes em toda a criação. Efectivamente há muitas oitavas nos acordes sagrados do teclado da frequência. A nossa realidade é uma composição musical de frequência ressoando numa certa vibração, e que por nós é designada de “terceira dimensão”. Inferiormente ao nosso mundo tridimensional, encontramos uma cadeia de frequência fundamental que vibra numa percentagem mais elevada. Mas, enxergar isso está realmente além da nossa capacidade de visualizar fisicamente; todavia, essa realidade existe em nós e à nossa volta.

A nossa luz divina, que é exclusivamente pessoal e que emana desse centro diamantino cristalino, e que está presente no chakra do coração, faz parte da frequência fundamental do nosso mundo tridimensional. Por isso, sobrepomos continuamente o nosso corpo físico sobre essa assinatura vibratória pessoal, originada naquela minúscula centelha de luz divina da área do diafragma. Os nossos corpos físicos encontram-se num processo ininterrupto de criar-se a partir da frequência acima descrita. Se a nossa luz divina deixasse de inventar a nossa forma física durante um segundo que fosse, nós desapareceríamos.

No entanto, e na verdade, o que está acontecendo é que os sete chakras primordiais estão fundindo-se, tornando-se um único no âmago do nosso ser, aperfeiçoando o novo chakra do coração. Este novo chakra consolidado localizar-se-á ligeiramente abaixo do nosso actual chakra do coração. E quando essa mudança ocorrer, o nosso formato tradicional de chakra já não proporcionará a passagem para a energia kundalini; portanto, não existirá mais. Verdadeiramente estamos evoluindo em termos energéticos. Essa importante alteração do sistema dos chakras, por sua vez, activará mutações e modificará o nosso corpo físico. À medida que mudarem os “acordes musicais” do sistema dos chakras, o corpo terá de mudar porque ele é criado a partir do sistema dos chakras, e é, sem sombra de dúvida, um resultado directo desse sistema.

Eis, aqui, também, a razão para que muitos indivíduos tenham sintomas muito similares a “doenças”, e que estejam na procura medicinal de soluções para as muitas queixas físicas que daí incidirá!

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